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Produção de mudas de cacau na Bahia será intensificada


11/01/2013
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Potencializar a capacidade de produção de mudas e fortalecer a assistência técnica aos produtores foram alguns dos pontos discutidos durante a reunião do Conselho do Instituto Biofábrica de Cacau (IBC), que contou com a participação do diretor geral da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), Helinton Rocha. O encontro foi realizado no auditório da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Irrigação, Reforma Agrária, Pesca e Aquicultura (Seagri), na manhã da última quarta-feira (9).

O secretário da Agricultura, engenheiro agrônomo Eduardo Salles, que participou da reunião, explicou que o evento teve o objetivo de organizar as ações para intensificar a atuação do IBC. "Pontuamos as atividades que deram certo até agora, aquelas que não foram bem sucedidas e o que precisamos melhorar", disse. 
O presidente do IBC, Henrique Almeida, destacou que na produção de mudas "Avançamos bastante no último ano, mas ainda precisamos produzir mais, pois temos uma demanda de 15 milhões de mudas, somente por parte da agricultura familiar, sendo que a previsão anual de produção é de 1 milhão e 100 mudas".

Além de destacar que a Ceplac tem papel importante no desenvolvimento de mudas sadias, resistentes e com boa produtividade, o diretor geral do órgão, Helinton Rocha, disse que os encontros também impulsionam a busca pela melhoria na produção. "O diálogo é importante para que o resultado apareça de forma que o produtor que vai receber as mudas consiga também melhorar a economia local, gerando emprego e renda e abastecendo o mercado brasileiro", disse.
Também estavam presentes na reunião, o diretor de pesquisas da Ceplac, Adonias Filho; o presidente da APC, Guilherme Galvão, a diretora geral da Seagri, Jucimara Rodrigues; os conselheiros administrativos da Biofábrica, Edimar Sodré, Luiz Henrique Dias, Jorge Ribeiro Carrilho e Robson Vasconcelos, o conselheiro fiscal José Maltez, o superintendente da Agricultura Familiar da Seagri, Wilson Dias, além de representantes da Adab e da Ebda.
O Instituto Biofábrica de Cacau é uma organização Social vinculada ao governo do Estado. Tem como um de seus objetivos a produção de mudas clonais. Localizado no povoado de Banco do Pedro, o mais populoso do município de Ilhéus, é responsável pela multiplicação de clones resistentes a doença conhecida como vassoura-de-bruxa. Possui a maior área de viveiro em campo aberto do mundo. São 40 mil metros com capacidade de armazenar 4.8 milhões de plantas. No local está instalado um dos mais modernos laboratórios de micropropagação do Brasil. O órgão possui 210 colaboradores em seu quadro, é o maior empregador da zona rural ilheense.
A Seagri, através da Superintendência da Agricultura Familiar, disponibiliza anualmente aproximadamente R$ 3 milhões para a produção e doação, de mudas de cacau, frutíferas e essências florestais, visando o incremento da produção de cacau e a diversificação da produção na região sul do estado.
Fonte:
Secretaria da Agricultura, Irrigação e Reforma Agrária (Seagri)
Assessoria de Imprensa

NOVA CARGA DE CACAU CONTAMINADO FICA RETIDA NO PORTO DE ILHÉUS

Janeiro 08/01/2013


Um carregamento de cacau proveniente da Indonésia se encontra retido no Porto de Ilhéus e mais uma vez o motivo é a contaminação das amêndoas por larvas de insetos. Segundo informações obtidas pelo PIMENTA, a presença do agente nocivo é maior do que a identificada em uma carga embargada no mês de julho de 2012 (veja logo abaixo) Em ambos os casos, a importadora da matéria-prima foi a multinacional Cargill, mas no ano passado o fruto era procedente da Costa do Marfim. A Nestlé também enfrentou o mesmo problema recentemente.

A retenção do cacau contaminado foi determinada pela fiscalização do Ministério da Agricultura. Há pouco mais de seis meses, quando foram identificadas as primeiras cargas com larvas de insetos, sindicatos de produtores rurais da região protestaram contra a Instrução Normativa 47/2011, do órgão federal, que atenuou os rigores para a importação da matéria-prima.
Cacauicultores temem que a entrada de cacau com agentes nocivos desencadeie o surgimento de uma nova praga na lavoura da região.

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                                        Navio que trouxe carga de cacau embargada no porto de Ilhéus.

Mais uma carga de cacau em amêndoas foi retida ontem, 31, no Porto de Ilhéus, pela fiscalização do Ministério da Agricultura (Mapa). Dessa vez, são cerca de seis mil toneladas adquiridas pela Cargill que apresentam larvas e pupas de inseto encontrado nas lavouras de São Pedro, Costa do Marfim, no continente africano. A carga veio ao Brasil no navio Sabina e está no depósito do importador, onde aguarda liberação.

Há 15 dias, a importação de 4 mil toneladas de cacau marfinense com insetos pela Nestlé, de Itabuna, no navio Impala, acendeu a luz vermelha entre as representações dos produtores de cacau que temem a disseminação de mais uma praga na lavoura. Os sindicatos rurais de Itamari e Ilhéus ingressaram com ações na Justiça Federal, em Ilhéus, para cessar os efeitos da Instrução Normativa nº 47/2011 do Mapa, que abrandou as exigências de importação.

Os cacauicultores alegam que a região cacaueira sul baiana está em processo de recuperação dos graves efeitos da vassoura-de-bruxa, cujo fungo foi criminosamente introduzido na lavoura baiana, no final da década de 80, de acordo com investigações inconclusivas da Polícia Federal. Há o temor de que continue a importação de mais cacau africano sem prévia fiscalização no porto de origem, como acontecia antes da IN nº 47/2011.

Após a primeira ocorrência, o Ministério determinou à Ceplac a emissão de laudos de qualidade e entomológicos, que concluíram não ser a praga de importância quarentenária para o Brasil. Além disso, foi recomendado que a carga da Nestlé passasse pela aplicação de fosfoxina para eliminar os riscos de contaminação.


Fonte: Seu Pimenta

Documentário o NÓ. Vale a pena conferir! Retrata uma coisa grave, o primeiro crime de terrorismo biológico cometido no Brasil, especificamente aqui na região cacaueira do sul da Bahia.



Documentario Nó e entrevista com o autor Dilsom Araujohttp://www.youtube.com/watch?v=y8vQnuO0mVA


Veja mais sobre o assunto: Terrorismo biológico


Petistas são acusados de disseminar a praga 
que destruiu a lavoura de cacau no sul da Bahia

Policarpo Junior

Anderson Schneider
Franco Timóteo, que confessa o crime: o plano era minar a influência política dos barões do cacau
No dia 22 de maio de 1989, durante uma inspeção de rotina, um grupo de técnicos descobriu o primeiro foco de uma infecção devastadora conhecida como vassoura-de-bruxa numa plantação de cacau no sul da Bahia. A praga é mortal para os cacaueiros. Os técnicos, porém, se tranqüilizaram com a suposição de que se tratava apenas de um foco isolado. Engano. Em menos de três anos, de forma espantosamente veloz e estranhamente linear, a vassoura-de-bruxa destruiu as lavouras de cacau na região – e fez surgir um punhado de explicações para o fenômeno, inclusive a de que o Brasil poderia ter sido vítima de uma sabotagem agrícola por parte de países produtores de cacau da África, como Costa do Marfim e Gana. Reforçando, então, as suspeitas de sabotagem, técnicos encontraram ramos infectados com vassoura-de-bruxa amarrados em pés de cacau – algo que só poderia acontecer pela mão do homem, e nunca por ação da própria natureza. A Polícia Federal investigou a hipótese de sabotagem, mas, pouco depois, encerrou o trabalho sem chegar a uma conclusão. Agora, dezessete anos depois, surge a primeira testemunha ocular do caso. Ele conta que houve, sim, sabotagem, só que realizada por brasileiros.
Em quatro entrevistas a VEJA, o técnico em administração Luiz Henrique Franco Timóteo, baiano, 54 anos, contou detalhes de como ele próprio, então ardoroso militante esquerdista do PDT, se juntou a outros cinco militantes do PT para conceber e executar a sabotagem. O grupo, que já atuava em greves e protestos organizados na década de 80 em Itabuna, a principal cidade da região cacaueira da Bahia, pretendia aplicar um golpe mortal nos barões do cacau, cujo vasto poder econômico se desdobrava numa incontrastável influência política na região. O grupo entendeu que a melhor forma de minar o domínio político da elite local seria por meio de um ataque à base de seu poder econômico – as fazendas de cacau. "O imperialismo dos coronéis era muito grande. Só se candidatava a vereador e prefeito quem eles queriam", diz Franco Timóteo. A idéia, diz ele, partiu de Geraldo Simões, figura de proa no PT em Itabuna que trabalhava como técnico da Ceplac, órgão do Ministério da Agricultura que cuida do cacau. Os outros quatro membros do grupo – Everaldo Anunciação, Wellington Duarte, Eliezer Correia e Jonas Nascimento – tinham perfil idêntico: eram todos membros do PT e todos trabalhavam na Ceplac.

Roberto Setton
O fazendeiro Ozéas Gomes, que viu seu negócio murchar com a praga: "Fiquei com muita raiva"
Franco Timóteo conta que, bem ao estilo festivo da esquerda, a primeira reunião em que o assunto foi discutido aconteceu num bar em Itabuna – o Caçuá, que não existe mais. Jonas Nascimento explicou que a idéia era atingir o poder econômico dos barões do cacau. Geraldo Simões sugeriu que a vassoura-de-bruxa fosse trazida do Norte do país, onde a praga era – e ainda é – endêmica. Franco Timóteo, que já morara no Pará em 1976, foi escolhido para transportar os ramos infectados. "Então eu disse: 'Olha, eu conheço, sei como pegar a praga, mas tem um controle grande nas divisas dos estados'." Era fim de 1987, início de 1988. Apesar do risco de ser descoberto no caminho, Franco Timóteo foi escalado para fazer uma primeira viagem até Porto Velho, em Rondônia. Foi de ônibus, a partir de Ilhéus. "Em Rondônia, qualquer fazenda tem vassoura-de-bruxa. Nessa primeira viagem, peguei uns quarenta, cinqüenta ramos. Coloquei num saco plástico e botei no bagageiro do ônibus. Se alguém pegasse, eu abandonava tudo." Nos quatro anos seguintes, repetiria a viagem sete ou oito vezes, com intervalos de quatro a seis meses entre uma e outra. "Mas nas outras viagens trouxe os ramos infectados num saco de arroz umedecido. Era melhor. Nunca me pegaram."


Franco Timóteo conta que, quando voltava para Itabuna, entregava o material ao pessoal encarregado de distribuir a praga pelas plantações. A primeira fazenda escolhida para a operação criminosa chamava-se Conjunto Santana, ficava em Uruçuca e pertencia a Francisco Lima Filho, então presidente local da União Democrática Ruralista (UDR) e partidário da candidatura presidencial de Ronaldo Caiado. Membro de uma tradicional família cacaueira, Chico Lima, como é conhecido, tinha o perfil ideal para os sabotadores: era grande produtor e adversário político. "Chico Lima era questão de honra para nós", diz Franco Timóteo. Foi justamente na fazenda de Chico Lima que foi encontrado o primeiro foco de vassoura-de-bruxa, em 22 de maio de 1989 – e a imagem dos técnicos, no exato momento em que detectam a praga, ficou registrada numa fita de vídeo à qual VEJA teve acesso. Como medida profilática os técnicos decidiram incinerar todos os pés de cacau da fazenda. Chico Lima ficou arruinado. Hoje, arrenda as terras que lhe restam e vive dos lucros de uma distribuidora de bebidas. Informado por VEJA da confissão de Franco Timóteo, ele lembrou que sempre se falou de sabotagem – mas de estrangeiros – e mostrou-se chocado. "Isso é um crime muito grande, rapaz. Os responsáveis têm de pagar", disse.


Os ataques às fazendas, todas situadas ao longo da BR-101, aconteciam sempre nos fins de semana, quando diminui o número de funcionários. O grupo tinha o cuidado de usar um carro com logotipo da Ceplac para criar um álibi: se eles fossem descobertos por alguém, diriam que estavam fazendo um trabalho de campo. "A gente chegava, entrava, amarrava o ramo infectado no pé de cacau e ia embora. O vento se encarregava do resto", conta Franco Timóteo. Para dar mais verossimilhança a uma suposta disseminação natural da vassoura-de-bruxa, o grupo tentou infectar pés de cacau numa lavoura mantida pela própria Ceplac. Não deu certo, devido à presença de um vigia, e o grupo acabou esquecendo, no atropelo da fuga, um saco com ramos infectados sobre a mesa do escritório da Ceplac. A operação criminosa, por eles apelidada de "Cruzeiro do Sul", desenrolou-se por menos de quatro anos – de 1989 a 1992. "No início de 1992, parou. Geraldo Simões disse que a praga estava se propagando de forma assustadora. Não precisava mais."


Haroldo Abrantes/Ag. A Tarde
Beto Barata/AE
Geraldo Simões: ascensão política depois da sabotagemEveraldo Anunciação: cargo no governo federal
Os sabotadores nunca foram pegos, mas deixaram muitas pistas. "Encontramos provas de que houve sabotagem em várias fazendas", conta Carlos Viana, que trabalhava como diretor da Ceplac quando a praga começou a se disseminar. Ele se lembra do saco plástico esquecido sobre a mesa do escritório da Ceplac numa das lavouras – e isso o levou, inclusive, a acionar a Polícia Federal para investigar a hipótese de sabotagem. "Uma coisa eu posso garantir: os focos não foram acidentais", diz Viana, que deixou o órgão e tem hoje uma indústria de óleo vegetal. Um relatório técnico e oficial, elaborado pela Ceplac logo no início das investigações, chegou a considerar a hipótese de que produtores do Norte do país teriam levado a vassoura-de-bruxa para as plantações da Bahia – mas movidos por "curiosidade ou ignorância". O relatório afirma que a chegada à Bahia daCrinipellis perniciosa, nome científico do fungo causador da vassoura-de-bruxa, "não pode ser atribuída a agentes naturais de disseminação". VEJA consultou Lucília Marcelino, pesquisadora da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, em Brasília, para saber se a história contada por Franco Timóteo seria viável. "Sob o ponto de vista técnico, sim", diz ela.
A sabotagem produziu um desastre econômico. Derrubou a produção nacional para menos da metade, desempregou cerca de 200.000 trabalhadores e fez com que o Brasil, então o segundo maior produtor mundial de cacau, virasse importador da fruta. Um estudo da Universidade Estadual de Campinas, elaborado em 2002, estima que a devastação do cacau na Bahia provocou, nos últimos quinze anos, um prejuízo que pode chegar à astronômica cifra de 10 bilhões de dólares. Mas, na mesquinharia política dos sabotadores, o plano foi um sucesso. Em 1992, no primeiro pleito depois da devastação, Geraldo Simões elegeu-se prefeito de Itabuna pelo PT – e presenteou os quatro companheiros de sabotagem com cargos em sua gestão. Everaldo Anunciação foi nomeado secretário da Agricultura – cargo que deixaria dois anos depois, sendo substituído por Jonas Nascimento, o outro petista sabotador. Wellington Duarte, também membro do grupo da sabotagem, ficou como chefe-de-gabinete do prefeito. E Eliezer Correia ganhou o cargo de secretário de Administração e Finanças. Como não pertencia ao PT, Franco Timóteo não ganhou cargo algum na prefeitura. Em 1994, com o recrudescimento de suspeitas de que a vassoura-de-bruxa fora uma sabotagem, ele resolveu deixar Itabuna e mudar-se para Rondônia. O prefeito lhe deu um cheque de 250.000 cruzeiros reais (o equivalente a 800 reais hoje) para ajudar nas despesas da viagem – paga, para variar, com dinheiro público. A operação consta da contabilidade da prefeitura, em que está registrada sob o número 2 467, e informa que o beneficiário era mesmo Franco Timóteo, mas, providencialmente, não há processo descrevendo o motivo do pagamento. "É estranho. Se havia algum processo, sumiu", diz o atual prefeito, Fernando Gomes, do PFL.

Anderson Schneider
Francisco Lima, ex-presidente da UDR, foi a primeira vítima: de barão a vendedor de cerveja
Nos últimos anos, Franco Timóteo tem sido assaltado pelo remorso do crime que cometeu. Um dos atingidos era seu parente. Silvano Franco Pinheiro, seu primo, tinha uma empresa de exportação de semente de cacau que chegou a faturar 30 milhões de dólares por ano. "Perdi tudo", conta Pinheiro, que, há seis anos, ouviu a confissão de Franco Timóteo. "Falei para ele sumir da cidade porque seria morto", conta o primo. Para expiar sua culpa, Franco Timóteo também fez sua confissão para outro fazendeiro, Ozéas Gomes, que chegou a produzir 80.000 arrobas de cacau e empregar 1.400 funcionários – e hoje mantém ainda um padrão confortável de vida, mas emprega apenas 100 funcionários, A produção caiu para 15.000 arrobas. "Quando ouvi a história, fiquei com muita raiva. Mas, depois, ele explicou que não tinha idéia da dimensão do que fazia..." No fim do ano passado, Franco Timóteo confessou-se ao senador César Borges, do PFL baiano e plantador de cacau. "A história dele tem muitos pontos de veracidade diante do que a gente sempre suspeitou ter acontecido", diz o senador. O governador Paulo Souto, cujos familiares perderam tudo devido à vassoura-de-bruxa, também ouviu uma confissão de Franco Timóteo. O senador e o governador, porém, decidiram ficar em silêncio, segundo eles para evitar a acusação de exploração política.
Os acusados desmentem categoricamente qualquer envolvimento na sabotagem e dizem até que nem sequer conhecem Franco Timóteo. "Nunca vi esse louco", diz Geraldo Simões, que, no governo Lula, ganhou a presidência da Companhia das Docas da Bahia, da qual se afastou agora para concorrer a deputado federal pelo PT. "Essa história toda é fantasiosa", diz Eliezer Correia, que continua cuidando de cacau e hoje é chefe de planejamento da Ceplac, em Itabuna. "É um absurdo", diz Wellington Duarte, que, no atual governo, foi promovido a um dos chefões da Ceplac em Brasília. Everaldo Anunciação, que foi nomeado para o cargo de vice-diretor da Ceplac, diz que não liga o nome à pessoa. Jonas Nascimento – demitido a bem do serviço público na década de 90, voltou numa função comissionada, em 2003, no Centro de Extensão da Ceplac em Itabuna – é o único que admite conhecer Franco Timóteo, mas nega a história. Talvez seja o único a contar um pedaço da verdade. Ouvido por VEJA, o publicitário Ithamar Reis Duarte, ex-secretário de Meio Ambiente na gestão do petista Geraldo Simões, conta que essa turma toda – Franco Timóteo e os petistas – é de velhos conhecidos. "Era um grupo que se reunia sempre para planejar ações", diz ele, que participou de alguns encontros. "Fazíamos reuniões até no meu escritório. Se alguém negar isso, estará mentindo."



Informação: Porque a iniciativa e o real motivo do nome ''projeto replante''?


SUSTENTABILIDADE E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL NOS NEGÓCIOS: 
Responsabilidade Social diz respeito ao cumprimento dos deveres e obrigações dos indivíduos e empresas para com a sociedade em geral.





Desde o ano de 1.996 eu MADASR - Marcos Antonio da Silva Rosa, assumir a postura de ter compromisso verdadeiramente com algo ligado ao social, escolhi um meio, digo, o meio ambiente para dar a minha contribuição naquilo que com certeza vai ser de grande relevância para a próxima geração. Isso nasceu em mim devido ao que ocorreu no passado, observe as fotos...





É isso mesmo meus caros, esse ai nas fotos sou eu a quase vinte anos atras! Antes de dar continuidade ao texto eu quero salientar que todos nós seres humanos somos passivos de erros e falhas, mas também somos dotados de virtudes que devem ser praticadas como o amor ao próximo, o arrependimento, o perdão e o fazer o bem sem olhar a quem!!! Mesmo me considerando já perdoado pela mãe natureza, afinal mãe é mãe, já a algum tempo trago comigo a vontade de expandir cada vez mais a minha ideia com o objetivo de espalhar essa semente (literalmente), se possível para os quatros cantos do mundo, se assim não for, pelo menos para o máximo numero possível de pessoas conscientes e movidas pelo mesmo sentimento, agora quero dar oportunidade a pessoas que tem vontade e querem abraçar a causa junto comigo dando a sua parcela de contribuição a qual a mesma ira lhe dar o retorno no futuro, para si mesmo e para sua descendência na próxima geração.


NÃO FAÇAM ISSO EM CASA:
Ainda hoje eu olho para as fotos com pesar no coração, na época fiz isso por falta de uma instrução maior e também por real necessidade financeira mesmo ( mais na frente, na nota entenderas  o porquê). Já homem feito, consciente mais do que nunca posso dizer com propriedade, não façam isso em casa!!! Digo isso hoje porque sou contra esse e qualquer outros tipo de danos e degradação causados ao meio ambiente. Nunca neguei, sempre assumi esse ato falho que cometi, me arrependi e muito pelo feito, mas o lado bom disso foi que pude tirar uma grande lição, houve um despertar em mim, passei a ser mais consciente como dito antes, passai a me preocupar de fato com a causa ambiental, porque quando você vive a situação a coisa é completamente diferente, digo isso porque estou acostumado a ver por ai discursos vazios que muitos propagam mas na verdade não passa de jogo de interesses ou simplesmente puro marketing! Bom, se Fulano, Beltrano ou Siclano estão ou não fazendo a parte deles eu não sei ao certo, só sei que, eu sim estou fazendo a minha parte com a mão no arado!



NOTA:
Até onde tenho conhecimento eu faço parte já da quarta geração de uma família tradicional do sul da Bahia de produtores de cacau. Como é do conhecimento de todos o cacau é o fruto que da origem ao chocolate. Agora eu convido o prezado leitor para ler mais essas pouca linhas onde há um resumo do que aconteceu de fato na região cacaueira e entender o que levou a mim e a tantos outros produtores de cacau a tomar aquela atitude desesperadora de cometer o desmatamento nas próprias terras.

RESUMO DA OPERA: MONILIOPHTERA PERNICIOSA = VASSOURA DE BRUXA
Mais precisamente no ano de 1.989 a praga chamada vassoura de bruxa aportou no sul da Bahia, muitos fazendeiros viram as suas lavouras de cacau serem dizimadas por essa terrível praga devastadora, em alguns casos destruiu plantações inteiras de cacau levando à falência os antes ricos (descendentes de) coronéis como eram conhecidos os donos dessas fazendas, mas a mesma veio também a afetar os não tão abastados, ou seja, a praga veio para todos os produtores sem distinção, pequenos, médios e grandes todos foram atingidos. Muitos ficaram literalmente na miséria e passaram a viver de favor e ainda outros tiveram a suas terras confiscadas pelos bancos credores devido a falta de pagamento do chamado penhor agrícola, mas o baque maior foi ver que muitos não suportaram a dor da perda e atentaram contra a própria vida, cometeram o suicídio!

Enfim um verdadeiro caos se instalou aqui por essas bandas. As alternativas que restaram foram: continuar o cultivo e conviver com a praga da vassoura de bruxa combatendo-a até a ciência dos órgãos governamentais ligados a lavoura cacaueira apresentarem uma solução ou cortar o mal pela raiz literalmente! Foi o que muito fizeram, destruíram o que restou das suas plantações cortando tudo e tocando fogo supondo estar eliminando o fungo transmissor da doença, mas tudo debalde. Outra ideia foi a de introduzir outras culturas, seria a solução não fosse por um detalhe, pois para uma região onde a monocultura do cacau sempre foi predominante a seculos, a essas alturas era improvável obter exito imediato, digo a curto e médio prazo no que se fizesse, infelizmente... 

Vimos muito darem com os burros n'agua nessa aposta, pois a muitos faltava-lhes a experiencia ou aprofundamento em outras culturas, agora muitos se viam em uma outra situação talvez pior do que a anterior, sem cacau, sem outro cultivo, sem dinheiro e sem credito! A salvo mesmo se manteve foi quem soube diversificar e investir, ou seja, quem tinha suas economias guardadas, quem tinha outras fontes de renda e quem de fato tinha NOHALL para produzir outras coisas, como se diz por aqui, quem soube fazer o seu pé de meia direitinho foi quem se deu de bem! O fato é que nos tempos áureos a região era mais conhecida como a terra dos poderosos coronéis do cacau, depois da maldita praga vassoura de bruxa os cacauicultores dessa região passaram a ser mais conhecido por intermédio de um jargão muito popular aqui que é o seguinte: ''PAIS RICOS, FILHOS NOBRES, NETOS POBRES'', dura realidade para muitos!




Mas graças a Deus, Deus misericordioso como ele é, deu inteligencia aos estudiosos e de lá para cá as coisas mudaram e muito, a ciência tem colaborado, estudos estão sendo intensificados em busca de soluções para a importante lavoura cacaueira que tem dado sinais de reação com a biotecnologia do cacau clonal criando especies mais resistente a vassoura de bruxa e mais produtivas.


NA PRÓPRIA PELE: 
Na minha experiencia pessoal, eu mesmo convivi face a face com essa praga na minha propriedade, vi a produção cair drasticamente, tive que mexer no quadro funcional e dispensar trabalhadores (outro grande problema instalado em toda a região onde atinge a marca de mais de 3 milhões de habitantes), na atividade rural andando pelas quadras via as folhas e os galhos do pé de cacau que no dia anterior eram verdes e viçosos no outro dia estarem secos e esturricados realmente fazendo jus ao nome vassoura de bruxa! Vi também aberrações da natureza nos próprios frutos do cacau, ainda no pé em fase de desenvolvimento o fruto crescendo e tomando forma pasmem de morango!!! (e outras frutas!). 



Mesmo com toda a situação calamitosa onde todos os esforços no combate a essa praga pareciam que eram em vão, a fé e a esperança ainda estavam comigo, o trabalho de manejo era dobrado e constante o combate a vassoura de bruxa. Nesse ínterim vários madeireiros vindos do estado do Espirito Santo começaram a migrar para a região de olho no filão das nossas madeiras, muitos fazendeiros de imediato começaram a derrubar suas arvores e fazer pastos para gado e plantar outras coisas, a principio eu não queria fazer aquilo na minha área, eu resistir até onde pude, mas já com poucos recursos em dado momento me vi em uma situação de aperto onde a alternativa foi ceder e derrubar algumas arvores, mas no meu intimo eu tava dizendo para mim mesmo que um dia iria repor a natureza aquilo que derrubei e ia fazer até mais... Esse é o resumo dessa minha historias e o ponto de partida para a criação do projeto ''replante''.

O PROPOSITO:
A alguns anos venho desenvolvendo o projeto com um amigo e mantendo parcerias com algumas empresas do ramo agrícola com o objetivo de produzir sementes e mudas em larga escala para comercialização ao mesmo tempo também com o proposito de manter o avanço da sustentabilidade. Através do meu projeto ''replante'' venho estender o convite a todos os que quiserem se engajar nesse movimento favorável a natureza ao meio ambiente, colocar de pé o que foi derrubado, insistir em por a mata de pé, isto é, plantar e replantar sementes e mudas. Hoje dispomos de uma estrutura montada onde podemos atender as pessoas de todo o Brasil que quiserem adquirir nossas sementes e mudas, o nosso carro chefe são mudas de cacau clonal, seminal e haste para enxertia. Dispomos também de outras especies frutíferas e de essências florestais. Em breve estaremos colocando o nosso porte-folio completo a disposição.

Ass: Marcos Antonio da Silva Rosa - cacauicultor





CONHEÇA AGORA A HISTORIA REAL E OFICIAL DO CULTIVO DO CACAU NO SUL DA BAHIA


 ABORDAGEM HISTÓRICA - A HISTORIA REAL E OFICIAL DO CULTIVO DO CACAU NO SUL DA BAHIA



Por volta de 1650, pouco antes do declínio da exploração econômica do pau-brasil, a Coroa Portuguesa instituiu a figura do Juiz Conservador das Matas. Em Cairu (Bahia, Brasil), instalou-se uma das mais importantes Comarcas para proteger as espécies arbóreas de interesse e nominadas em Lei. Ficou também recomendado, pelo Vice-Rei D. Vasco Mascarenhas, Conde d’Óbidos, que, por ocasião da exploração madeireira, nas clareiras abertas, deveriam ser plantadas essências arbóreas, especiarias e fruteiras, identificadas pela Coroa Portuguesa em suas conquistas além mar, como espécies de grande importância comercial que deveriam ser mantidas em segredo, dentre elas estava o cacau.

Data de 1665 os relatos históricos das primeiras sementes de cacau plantadas em solo baiano na Comarca de Cairu. Em 1679, o seu cultivo foi oficialmente instituído, por meio de Carta Régia que autorizava os colonizadores a plantá-lo nas terras conquistadas pelos portugueses; mas, somente a partir de 1746, às margens do rio Pardo na fazenda Cubículo, Comarca de Canavieiras, é que foi estabelecido comercialmente como lavoura e, já em 1783, era importante na economia regional.

Região Cacaueira do Sul da Bahia


No final do século XIX, a cacauicultura tornou-se o principal sustentáculo agro econômico do Sudeste da Bahia, consolidando-se como a mais importante região produtora do País. Assim surgiram as primeiras referências à introdução de plantios de cacau no Brasil e na Bahia.

A REGIÃO CACAUEIRA E O SISTEMA CABRUCA
A região cacaueira baiana identifica-se singularmente por possuir um perfil diferenciado de outras regiões, em decorrência dos arranjos agroeconômicos, tecnológicos, políticos e culturais. Esse espaço vivido criou uma identidade regional diferenciada que o tornou conhecido como Civilização Cacaueira e ou Nação Grapiúna.
Esse espaço, costeando o Oceano Atlântico (41º 30’ W, 13º e 18º 15’ S), ocupa uma área em torno de 10.000 km2 e tem no cacau cabruca, sua principal identidade histórico-cultural e seu sustentáculo econômico.
Intrínseco da região cacaueira da Bahia a Cabruca, vocábulo de tom forte e peculiar, é um termo genuinamente baiano. Há evidencias que tem procedência em expressões encontradas no dileto tupi-guarani. Elementos lingüísticos que os caracterizam e os ligam a sua primeira designação que foi Cabroca; onde Caá = mato, planta em geral e Oca = casa, abrigo, ocar. Onde a sua junção – caá oca -, significa roçar, ocar a mata cortando arbustos e árvores pequenas para o plantio de cacau, ou seja, criar a “casa”, o abrigo do cacaueiro. Firmando-se posteriormente, na sua forma mais eufônica, Cabruca.
Regionalmente, esse conceito inicial ainda está muito arraigado a historia e a cultura da civilização do cacau (Lobão e Setenta, 2002; Lobão et al., 2007). O ato de brocar as matas para o plantio do cacau foi sendo aprimorado ao longo de mais de 250 anos e, associado a fatores culturais, gerou um modelo de produção agrossilvicultural refinado – o sistema cabruca; o qual proporciona benefícios agrossilviculturais, ecológicos e sociais, que apresenta vantagens agroambientais sustentáveis quando comparado a outros sistemas tropicais de produção agrícola.
A integração do cacau cabruca ao ecossistema regional é inconteste; contudo, mesmo não sendo um elemento natural, o cacaueiro está perfeitamente integrado, podendo ser considerado como uma espécie naturalizada, uma vez que protege, interage e beneficia-se dos recursos naturais da região Sudeste da Bahia.

Dan Érico Lobão – Eng.Florestal,DSc
Wallace Setenta – Eng.Agrônomo,MSc



Descubra quanto de Mata Atlântica existe em você!

Chocolate faz bem para a saúde; confira 10 benefícios





Estudos indicam que, além de ser uma delícia, o chocolate pode ser um ótimo amigo da saúde
O chocolate não é só uma delícia. O seu consumo moderado também oferece uma lista de benefícios. E quanto mais cacau na fórmula, melhor. Justamente no Dia do Cacau (26 de março) e às vésperas da Páscoa, confira abaixo os pontos positivos relacionados à iguaria, segundo estudos recentes.


1. Câncer de intestino
Pesquisadores da Universidade de Georgetown, nos Estados Unidos, divulgaram em 2008 que o chocolate pode ajudar a combater o câncer de intestino. Isso porque algumas moléculas presentes no cacau, chamadas de procianidinas, possuem propriedades antioxidantes, que serviriam para proteger as células das degenerações do tumor.
2. Bem-estar
A sensação de bem-estar causada pelo chocolate encontra respaldo na ação da endorfina e da dopamina, relacionadas ao relaxamento. Alguns cientistas afirmam que a delícia é capaz de aumentar a produção dessas substâncias.
3. Fluxo arterial
Estudos mostram que o consumo do chocolate amargo melhora o fluxo arterial e faz bem à saúde cardiovascular por diminuir a tendência de coagulação das plaquetas e de obstrução dos vasos sanguíneos. Ajuda a diminuir os níveis de LDL (colesterol ruim).


4. Saúde do coração
O chocolate tem efeitos benéficos para o coração. Cientistas da Universidade de Linkoping, na Suécia, descobriram que a versão amarga (rica em cacau) inibe uma enzima no organismo conhecida por elevar a pressão arterial. O resultado positivo é atribuído às catequinas e procianidinas, antioxidantes encontrados na iguaria.
5. Saúde cerebral
O chocolate amargo pode reduzir os danos cerebrais após um acidente vascular cerebral, segundo um estudo da Universidade Johns Hopkins, nos Estados Unidos. Os cientistas descobriram que um composto chamado epicatequina protege as células nervosas. Os testes foram realizados em ratos e a equipe espera que os efeitos possam ser aplicados em seres humanos.
6. Na gravidez
Chocolate durante gravidez pode ajudar a prevenir a pré-eclâmpsia (hipertensão). Uma pesquisa da Universidade Yale, nos Estados Unidos, sugere que mulheres que saboreiam a delícia ao menos cinco vezes por semana estão 40% menos propensas a desenvolver o problema do que aquelas que a consomem menos de uma vez. O composto teobromina, encontrado principalmente nas variedades amargas e meio-amargas, pode ser o responsável pelo benefício.

7. Ataques cardíacos
Pessoas que sobreviveram a ataques cardíacos e comem chocolate podem reduzir o risco de morrer por problemas do coração, segundo pesquisa realizada na Suécia. Testes mostraram que saborear o produto duas vezes por semana resultou em 66% menos chances de morrer de doença cardíaca e uma vez por semana reduziu o risco quase pela metade. Isso porque a delícia é rica em antioxidantes, que nos protege do envelhecimento causado pelos radicais livres.
8. Dores
Ingerir chocolate pode aliviar dores, de acordo com um estudo da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos. A distração de comer ou beber por prazer atuaria como um analgésico natural. Os testes foram realizados em ratos, mas os pesquisadores acreditam que o mesmo efeito ocorra em pessoas.
9. Beleza
O chocolate é um aliado da beleza também. Está presente em banhos de ofurô, massagens, máscaras e outros cosméticos. Além do alto poder hidratante, o produto combate os radicais livres, evitando a oxidação das células.
10. Desgaste físico
Dois levantamentos realizados por cientistas da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, concluíram que leite com chocolate é a melhor bebida para se recuperar da atividade física. Os benefícios estariam na quantidade de carboidratos e proteínas da mistura.

Que venha o Porto Sul e as novas oportunidades para a região cacaueira da Bahia. Com certeza nós da AGRICAU somos a favor do desenvolvimento!




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CONHECENDO O PORTO SUL
O Porto Sul é um empreendimento do Governo do Estado da Bahia que pretende criar um novo horizonte para o desenvolvimento socioeconômico de todo o Estado. Com um investimento de R$ 2,6 bilhões e a geração de 2,5 mil empregos diretos e indiretos, o Porto Sul será construído em Ilhéus, no litoral sul baiano, com a seguinte estrutura:

• Porto Público (PP) – Constituído por terminais para armazenamento e movimentação de cargas diversas, edificações administrativas e operacionais (área de 179,75 ha)

• Zona de Apoio Logístico (ZAL) – Área onde estarão os pátios de armazenamento de cargas e minério (área de 1.182,85 ha)

• Área de Proteção Ambiental (APA) – Região destinada à proteção da diversidade biológica e à sustentabilidade do uso dos recursos naturais (área de 1.800 ha)

• Terminal de Uso Privativo (TUP) para exportação de minério – Destinado à exportação de minério de ferro da Bahia Mineração (Bamin)

CRESCIMENTO DE IMPORTAÇÕES

O Porto Público está previsto para operar com uma capacidade nominal de exportação de 75 milhões de toneladas por ano e de importação de 5 milhões de toneladas. Incluída nesta capacidade está a previsão de movimentação de produtos como minério de ferro, clínquer, soja, etanol e fertilizantes, além de outros granéis sólidos.



LOCALIZAÇÃO
O Porto Sul será o ponto final da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL), obra do Governo Federal que ligará a cidade de Figueirópolis, no Tocantins, a Ilhéus, na Bahia. Incluída entre as prioridades do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a FIOL terá 1.527 km de extensão, investimento estimado em R$ 7,43 bilhões, e passará por 32 municípios baianos. O Porto Sul será construído no litoral norte de Ilhéus, entre as localidades de Aritaguá e Sambaituba. O sítio de Aritaguá está localizado próximo à margem esquerda do Rio Almada, a oeste da BA-001 (Rodovia Ilhéus/Itacaré), com a localidade da Ponta da Tulha ao norte e o Porto do Malhado ao sul.

Emprego, renda e qualidade de vida
Qualificação, inserção social e serviços públicos que atendam às novas demandas oriundas do Porto Sul e também da Ferrovia Oeste-Leste. Essas são as prioridades definidas pelo Comitê de Entidades Sociais em Defesa de Ilhéus (Coeso).

O coordenador do conselho, Aldicemiro Ferreira Duarte Luz, o Mirinho, ressaltou que o Porto Sul significa a possibilidade concreta de revitalizar a economia sul-baiana.
Mirinho explicou que o Coeso tem atuado em parceria com o governo da Bahia, responsável pelo porto público, e a Bamin, que vai operar um terminal privativo para garantir que as pessoas que moram na área de influência do projeto sejam inseridas nos programas de qualificação, através do estabelecimento de cotas para cada comunidade.

Cuidado com o meio ambiente
O presidente do Grupo de Resistência às Agressões ao Meio Ambiente (Grama), Walmir do Carmo, acompanhou as sete audiências públicas do Ibama e do governo da Bahia realizadas em Ilhéus, Uruçuca, Itacaré, Itabuna, Coaraci, Itajuípe e Barro Preto, que reuniram 8,3 mil pessoas. Segundo ele, as audiências serviram para detalhar o relatório de impacto ambiental e o projeto do Porto Sul, “revelando a relação de transparência do governo da Bahia e as preocupações com a redução dos impactos à natureza”.(25/06/2012)

Porto Sul integrante do Complexo Intermodal com Aeroporto Internacional, Ferrovia Oeste/Leste.
Fonte: casa civil

MAIS... CACAU HISTÓRIA E EVOLUÇÃO



Quando os primeiros colonizadores espanhóis chegaram à América, o cacau já era cultivado pelos índios, principalmente os Astecas, no México, e os Maias, na América Central.  De acordo  com os historiadores, o cacaueiro, chamado cacahualt, era considerado sagrado.   No  México os Astecas acreditavam ser ele de origem divina e que o próprio profeta Quatzalcault ensinara ao povo como cultivá-lo tanto para o alimento como para embelezar os jardins da cidade de Talzitapec.  Seu cultivo era acompanhado de solenes cerimônias religiosas.
Esse significado religioso provavelmente influenciou o botânico sueco Carolus Linneu (1707 – 1778), que denominou a planta de Theobroma cacao, chamando-a assim de “manjar dos deuses”.
Os índios consideravam as sementes de cacau tão valiosas que as usavam como moeda. Quatrocentos sementes valiam um countle e 8.000, um xiquipil.  O imperador Montezuma costumava receber anualmente 200 xiquipils (1,6 milhões de sementes) como tributo da cidade de Tabasco, que corresponderiam hoje a aproximadamente 30 sacas de 60 quilos. Diz-se que até um bom escravo podia ser trocado por 100 sementes.  Ainda sobre o uso do cacau como moeda, Peter Martyr da Algeria escrevia em 1530, no livro DE ORBE NOVO PETRI MARTYRES AB ALGERIA: “Abençoado dinheiro, que fornece uma doce bebida e é beneficio para a humanidade, protegendo os seus possuidores contra a infernal peste da cobiça, pois não pode ser acumulado muito tempo nem escondido nos subterrâneos”.
A Arvore dos frutos de ouro
O cacaueiro é originário de regiões de floresta pluviais da América Tropical, onde até hoje, é encontrado em estado silvestre, desde o Peru até o México.  É classificado do gênero Thebroma, familia das Esterculiáceas. Foi citado pela primeira vez na literatura botânica por Charles de l’ Ecluse, que a descreveu sob o nome de Cacao fructus.  Em 1937, foi descrito como Theobroma fructus por Linneu, que em 1753 propôs o nome Theobroma cacao, que permanece até hoje.
Os botânicos acreditam que o cacau é originário das cabeceiras do rio Amazonas, tendo-se expandido em duas direções principais, originando dois grupos importantes:  Criollo e Forastero. O Criollo, que se espalhou em direção ao norte, para o rio Orinoco, penetrando na América Central e Sul do México, produz frutos grandes, com superfície enrugada. Suas sementes são grandes, com o interior branco ou violeta pálido.  Foi o tipo de cacau cultivado pelos índios Astecas e Maias.
O Forastero espalhou-se bacia amazônica abaixo e em direção às Guianas.  É considerado o verdadeiro cacau brasileiro e se caracteriza por frutos ovóides, como superfície lisa, imperceptivelmente sulcada ou enrugada. O interior de suas sementes é violeta escuro ou, algumas vezes, quase preto.
Para se desenvolver melhor, o cacaueiro exige solos profundos e ricos e clima quente e úmido, com temperatura média de cerca de 25°C e precipitação anual entre 1.500 e 2.000 milímetros, sem períodos secos prolongados.
A Longa Viagem do Cacau
A medida que o cacau ia ganhando importância econômica com a  expansão do consumo de chocolate, várias tentativas foram feitas visando à implantação da lavoura cacaueira em outras regiões com condições de clima e solo semelhantes às do seu habitat natural. Em conseqüência, as suas sementes foram se disseminando gradualmente pelo mundo. Em meados do século XVIII, o cacau tinha atingido o Sul da Bahia e, na Segunda metade do século XIX, foi levado para a África.  As primeiras plantações africanas foram feitas por volta de 1855, nas ilhas de São Tomé e Príncipe, colônias portuguesas ao largo da costa ocidental africana.
Oficialmente, o cultivo do cacau começou no Brasil em 1679, através da Carta Régia que autorizava, os colonizadores a plantá-lo em suas terras.
Várias tentativas feitas no Pará para concretizar essa diretriz fracassaram principalmente por causa da pobreza dos solos daquela região.  Apesar disso por volta de 1780, o Pará produzia mais de 100 arrobas de cacau. O cultivo, entretanto, não se estabeleceu naquele tempo e permaneceu uma simples atividade extrativa até anos recentes.
Riqueza Gerando Divisas
Em 1746 Antonio Dias Ribeiro, da Bahia, recebeu algumas sementes do grupo Amelonado –Forastero- de um colonizador francês, Luiz Frederico Warneau, do Pará, e introduziu o cultivo na Bahia. O primeiro plantio nesse estado foi feito na fazenda Cubículo, às margens do rio Pardo, no atual Município de Canavieiras. Em 1752 foram feitos plantios no Município de Ilhéus.
O cacau se adaptou bem ao clima e solo do Sul da Bahia, região que produz hoje 95% do cacau brasileiro, ficando o Espírito Santo com 3,5% e a  Amazônia em 1,5%.
O Brasil é 5° produtor de cacau do mundo, ao lado da Costa do Marfim, Gana, Nigéria e Camarões.  Em 1979/80, a produção brasileira de cacau ultrapassou as 310 mil toneladas.
Cerca de 90% de todo o cacau brasileiro é exportado, gerando divisas par o país.  No período 1975/1980, o cacau gerou 3 bilhões 618 milhões de dólares.

GEOGRAFIA DO CACAU NO BRASIL

 
CACAU E CHOCOLATE
O mundo civilizado só tomou conhecimento da existência do cacau e de chocolate depois que Cristóvão Colombo descobriu a América.  Até então, eram privilégio dos Índios que viviam no Sul do México, América Central e bacia amazônica, onde o cacau se desenvolvia naturalmente em meio à floresta.  Hoje, quase 5 séculos depois, derivados do cacau são consumidos em muitas formas, em quase todos os países, e fazem parte da vida do homem moderno.  Estão presentes em todos os lugares: nas mochilas dos soldados e nas bolsas dos estudantes, em barras de chocolate de alto valor nutritivo; nos salões de beleza mais sofisticados, nas formas mais variadas de cosméticos; e nas reuniões sociais, através de vinhos e licores. Seus resíduos são utilizados como adubo e ração para os animais.
Saindo da floresta amazônica para conquistar o mundo, o cacau percorreu um longo caminho.  Sua história cercada de lenda, está marcada por episódios curiosos, foi usado pelos Astecas, como moeda, provocou discussão entre os religiosos sobre o seu uso nos conventos devido às suas supostas propriedades afrodisíacas e, por muito tempo, foi uma bebida exclusiva das mais faustosas cortes da Europa.  Suas sementes, levadas para outras regiões e continentes, formaram grandes plantações que, hoje, representam importante fonte de trabalho e renda para milhões de pessoas.
Valor Energético do Chocolate
O chocolate é o alimento melhor balanceado que existe, contendo uma associação bem equilibrada de cacau, leite e açúcar.  Devido ao seu alto índice de carboidratos e gordura, o chocolate apresenta taxas de proteínas bastante apreciável.  Um tablete de 100 gramas corresponde a 6 ovos ou 3 copos de leite ou 220 gramas de pão branco ou 750 gramas de peixe ou 450 gramas de carne bovina.
Um tablete de 100 gramas de chocolate ao leite contém:
Glucídios56 g
Elementos minerais
Vitaminas
Lipídeos34 g
Protídeos6 gPotássio418 mgVitamina B10,10
Celulose0,5 gMagnésio58 gVitamina B20,38 mg
Água1,1 gCálcio216 mgVitamina PP0,80 mg
Calorias550Ferro4mg


USO MÚLTIPLO DO CACAU

Muito além do Chocolate
Cacau lembra chocolate. Sempre foi assim, desde os astecas, que em suas cerimônias religiosas incluíam o Chocolate. Agora, do fruto do cacaueiro começa a se industrializar também o suco de cacau, a partir da extração da sua polpa. Com a polpa de cacau pode se fazer ainda geléias, destilados finos, fermentados - a exemplo do vinho e do vinagre - e xaropes para confeito, além de néctares, sorvetes, doces e uso para iogurtes. Existe mercado amplo e imediato, principalmente para o suco de cacau, tanto no país como no exterior.
Pesquisa dá Lucro
Pesquisas desenvolvidas pelo MA/CEPLAC começam a gerar, recentemente, tecnologias capazes de otimizar a produção cacaueira, através do aproveitamento integral dos subprodutos e resíduos da pós-colheita. Este programa, além de contribuir para diversificar a receita das propriedades rurais, pode resultar em incremento significativo da renda líquida do produtor de cacau, tornando-o menos dependente das flutuações do mercado externo, que regula o preço do produto.
Semente Vale Ouro
O cacaueiro sempre foi cultivado para dele aproveitar-se apenas as sementes de seus frutos, que são a matéria-prima da indústria chocolateira. As sementes secas representam no máximo 10% do peso do fruto do cacaueiro. Apenas recentemente é que os 90% restantes começaram a despertar o interesse dos produtores, a partir de estudos desenvolvidos por técnicos do MA/CEPLAC. Uma tonelada de cacau seco, por exemplo, representa 400 a 425 Kg de polpa integral.
A casca também tem uso
A casca do fruto do cacaueiro, também pode ter aproveitamento econômico, conforme atestam pesquisas de técnicos do MA/CEPLAC. Ela serve para alimentar bovinos, tanto in natura como na forma de farinha de casca seca ou de silagem, como também para suínos, aves e até peixes. A casca do fruto do cacaueiro pode ainda ser utilizada na produção de biogás e biofertilizante, no processo de compostagem ou vermicompostagem, na obtenção de proteína microbiana ou unicelular, na produção de álcool e na extração de pectina. Uma tonelada de cacau seco produz 8 toneladas de casca fresca.
Um sabor exótico
O suco de cacau possui sabor bem característico, considerado exótico e muito agradável ao paladar, assemelhando-se ao suco de outras frutas tropicais, como o bacuri, cupuaçu, graviola, acerola e taperebá. É fibroso e rico em açúcares (glicose, frutose e sacarose) e também em pectina. Em termos de proteína e de algumas vitaminas, é equivalente aos sucos de acerola, goiaba e umbu. Algumas das substâncias que compõem o suco de cacau lhe conferem uma alta viscosidade e aspecto pastoso.
De mãos dadas
Estimular a produção de suco de cacau e a abertura de mercados para o produtor, através da soma de esforços e diluição de custos. Estas são, em síntese, as ações que os produtores de cacau objetivam com a criação da sua Associação de Produtores de Polpa e Frutas do Vale do Rio das Contas. O MA/CEPLAC apóia esta iniciativa e, inclusive, copatrocinaram na região cacaueira baiana um workshop "A retomada do Pólo Agroindustrial do Vale do Rio de Contas". A Aprosuco tem sede (em instalação) na própria região cacaueira, na cidade de Ipiaú. Contatos podem ser feitos através do telefone (0XX) 73 - 3531-3856.
Subprodutos de cacau com referência a uma produtividade anual de 750 Kg do produto seco por hectare:
SubprodutosRendimentos
Cacau seco.....................750 Kg
Semente fresca.....................1.875 Kg
Mel de cacau.....................200 litros
Geléia.....................150 Kg
Vinagre.....................180 litros
Destilado.....................25 litros
Polpa.....................300 a 400 litros
Suco congelado.....................300 a 400 litros
Néctar.....................600 a 800 litros
Geleiado.....................200 a 300 litros




Fonte: Ceplac

CLASSIFICAÇÃO DE CACAU



Amêndoa de cacau – Tolerância de defeitos, expressa em % e respectivo enquadramento do produto:

Enquadramento do Produto
Defeitos
MofadasFumaçaDanificadas pro InsetosArdósiaGerminadasAchatadas
Tipo IDe zero até 4,0 %De zero até 1,0%De zero até 4,0%De zero até 5,0%De zero até 5,0%De zero até 5,0%
Tipo IIAcima de 4,0% até 6,0%Acima de 1,0% até 4,0%Acima de 4,0% até 6,0%Acima de 5,0% até 10,0%Acima de 5,0% até 6,0%Acima de 5,0% até 6,0%
Tipo IIIAcima de 6,0% até 12,0%Acima de 4,0% até 6,0%Acima de 6,0% até 8,0%Acima de 10,0% até 15,0%Acima de 6,0% até 7,0%Acima de 6,0% até 7,0%
Fora de TipoAcima de 12,0% até 25,0%Acima de 6,0%Acima de 8,0%Acima de 15,0%Acima de 7,0%Acima de 7,0%
(*) N. da COEJO: Republicada no DOU DE 30/06/2008, Seção 1.
Saiba mais:





APRENDA A FAZER CHOCOLATE EM CASA!




                      Faça você mesmo o seu chocolate! 

Lembrete: Em breve a AGRICAU estará disponibilizando o ''kit choco-terapia'' para que você mesmo faça o seu chocolate em casa, aguarde!!!
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Donde vem o chocolate? Chocolate é o pó resultante da secagem, torrefação e moagem da semente de cacau.Durante o processo de moagem, obtém-se o licor de cacau do qual é extraída a manteiga de cacau e o pó de chocolate. O chocolate, puro, é extremamente amargo. O chocolate em barras é uma mistura de pó ou licor e manteiga de cacau, com variados "temperos". Por exemplo:
Chocolate amargo
 é uma mistura de licor de cacau, manteiga de cacau, açúcar, e baunilha;
Chocolate ao leite
 é uma mistura de açúcar, leite (ou leite em pó), licor de cacau, manteiga de cacau e baunilha;
Chocolate branco
 é uma mistura de açúcar, leite (ou leite em pó), manteiga de cacau e baunilha;
Os chocolates amargos de melhor qualidade contém até 70% de cacau (licor e manteiga); os chocolates ao leite, até 50% de cacau; o chocolate branco pode ter até somente 33% de manteiga de cacau.
A manteiga de cacau da cremosidade e brilho.
Chocolate hidrogenado: é feito com óleo de babaçu ou óleo de algodão
O chocolate tipo Nestle é feito com manteiga de cacau.
O chocolate que conhecemos é feito de massa de cacau, manteiga de cacau, açúcar e leite.
A mistura dos três primeiros, sem o leite dá o chocolate amargo. A eliminação da massa de cacau, resulta em chocolate branco.
Os produtos ditos" de chocolate" ou "achocolatados" podem conter menos do que 7% de cacau e nem mereciam ser chamados de chocolate.
Diversos fabricantes substituem a manteiga de cacau (que é muito cara) por outras gorduras vegetais, mais baratas, como a lecitina de soja.Por isso os "chocolates" comercializados variam tanto em textura e sabor

Chocolate Caseiro

500 gramas de cacau em pó
1 litro de leite
1 kg de açúcar
2 ovos inteiros

Colocar o cacau, o açúcar e um pouco do leite em uma panela e leve ao fogo mexendo sempre. Depois bater os ovos com o restante do leite, juntar à massa no fogo e continue mexendo. O chocolate estará no ponto de tablete quando você virar a panela e ele começar a se soltar da mesma.
Retire do fogo, ponha numa forma untada e corte em losângulos, ou faça barrinhas.
Se quiser deixar melhor ainda, acrescente uma colher de sopa de manteiga de cacau na receita. Você encontra manteiga de cacau nos atacados e farmácia.

Massa de Cacau
 (p/bombons, docinhos, trufas...)

1,5 kg de cacau em pó (compra-se nos atacados)
1/2 kg de nata fresca
1 e 1/2 xicara de açúcar
1 colher de sopa de manteiga de cacau (nas farmácias)
Levar ao fogo mexendo sempre, até soltar da panela, deixe amornar e guarde num pote fechado, na geladeira até a hora de usar.

Tablete de chocolate

2 xícaras de leite
4 xícaras de açúcar
1 colher de sopa de manteiga de cacau
1 colher de sopa de cacau em pó
1 colher de sopa de mel

Misturar tudo e levar ao fogo. Deixe engrossar bem; retire do fogo e bata bastante. Despeje em pedra mármore untada com manteiga. Quando esfriar, corte em tabletes.

Bombom de leite em pó e chocolate

1 lata de leite em pó instantâneo (455 g)
1 lata de achocolatado em pó (500 g)
 
2 latas de leite condensado
 

Misturar o leite em pó e o achocolatado.
Acrescentar o leite condensado, aos poucos, até dar o ponto de enrolar.
Modelar os bombons e colocar em forminhas de papel

Bombons, balas e caramelos

Em primeiro lugar faça um xarope, com duas partes de açúcar e uma de água. Uma vez fervido retire e deixe esfriar.Depois deve-se secar o xarope, juntando o açúcar bem seco e mexendo continuamente, para que o açúcar não empelote, até formar uma massa que possa estendê-la. Dê então as formas desejadas, se preferir junte cacau em pó e leite em pó na massa para fazer os bombons, podendo recheá-los com licores, geléias etc...